terça-feira, 29 de abril de 2014

Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu Vos aliviarei

in imaginevivercom1d.tumblr.com
Alívio e humildade. Duas palavras que se nos destacam no Evangelho de hoje...
Deixar-nos cair dos nossos cavalos de orgulho e soberba, dos nossos "eus". Vivemos hoje constantemente bombardeados por imagens que nos desvirtuam do essencial, que nos retiram a paz e que nos quebram a visão de tudo aquilo que nos faz viver e que nos restitui à vida.
Deixar-nos cair nas mãos Daquele que é a vida e a vida em abundância. Deixar que Ele nos ame, mesmo nas nossas noites escuras, nos nossos cansaços, nos nossos deseperos. Ainda que o mundo caia à nossa Ele está... Podemos dizer: "Não te vejo! Afinal onde estás?"
Não O vemos porque Ele está connosco ao colo a suportar todos os nossos sofrimentos, para nos restituir à vida!
Muitas vezes temos muitas certezas, quando só uma certeza nos basta: Ele ama-nos e isso basta!
Por José João Miguel, AR

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Como pode um homem nascer, sendo já velho?

in vizandomundomelhor.blogspot.com
Nascer de novo. Uma proposta que Jesus nos faz no diálogo que mantém com Nicodemos.
Mas o que é isto de nascer de novo?
Nascer de novo é morrer cada dia para aquilo que não nos faz caminhar, para aquilo que não nos faz viver a vida. E temos tantas coisas que não nos deixam viver a vida e que nos desviam do essencial do que nos dá vida.
Todos os dias devíamos nascer de novo e todos os dias devia ser para nós um novo nascimento. O que durante o dia não correu bem, amanhã será melhor e esta é uma proposta para o nosso caminho como fim último a santidade. Ser todos os dias um bocadinho melhor que o outro dia.
Se reconhecermos todos os dias que as falhas da nossa vida e no outro dia ser melhor e aprender com os erros esse é um caminho que podemos fazer em ordem à santidade.
Vale a pena pensar nisto...
Por José João Miguel, AR

domingo, 27 de abril de 2014

No Domingo II do Tempo Pascal


No Domingo II do Tempo Pascal e da Divina Misericórdia.
Dia em que assistimos à canonização de João XXIII e João Paulo II...

sábado, 26 de abril de 2014

Eles, porém, ouvindo dizer que Jesus estava vivo e fora visto por ela, não acreditaram.

A incredulidade. Palavra que mais se destaca no Evangelho de hoje.
Passamos a vida a colocar em questão Jesus Cristo, a Sua presença, a sua existência. Queremos saber muitos porquês. Na fé há muitos "porquês" que não têm e muitas vezes ficam sem resposta, exactamente pela nossa ânsia de querermos resposta para tudo e no tempo que queremos, mas nada é como nós queremos, porque ao fim cabo nós não controlamos nada, pensando controlar. E assim passamos a nossa vida.
Acreditar, confiar e caminhar são três desafios que Jesus todos os dias nos faz.
Este é o dia...
Por José João Miguel, AR

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Vinde comer

in praias.sapo.pt
Estar atento à voz de Jesus.
Muitas vezes estamos em mar alto, como estavam os discipulos, e Ele está na margem a ver-nos pescar. Mas o nosso cansaço, o nosso sofrimento, as solicitações da nossa vida são tantas que não conseguimos perceber que mesmo na praia Ele está. Também nos fala, também nos diz o que devemos fazer, mas o nosso orgulho, a nossa soberba, o nosso ego é mais forte e não nos deixa escutar, não nos deixa abrir o nosso coração e não queremos acreditar que na praia da nossa vida Ele está à nossa espera. Vivemos tão cheios de nós mesmos que não acreditamos que Ele mesmo na praia nos quer falar, nos quer fazer descansar da canseira da nossa pesca em mar alto.
Saibamos olhar para a praia e saibamos escutá-lO...
Por José João Miguel, AR

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações?

Contemplação. A palavra a que nos remete o Evangelho de hoje. Imaginemos que Jesus nos aparecia tal com apareceu aos discipulos. Qual seria a nossa reacção?
Muito provavelmente também ficariamos com medo e sem nada para dizer. Certo é que Ele está sempre connosco. E nós o que fazemos? Como vivemos com Jesus ao nosso lado? Será que O sabemos reconhecer na nossa vida nos bons e nos maus momentos? Ou será que ficamos como os discipulos com medo de nos confrontarmos com Ele na nossa vida?
Seria tempo no centro dos tornados da nossa saber reconhecê-lO e saber ir ao seu encontro. Afinal, não se consegue perceber tanto ódio contra Jesus na nossa sociedade, quando a sua linguagem é a da paz, da justiça e da mansidão.
Por José João Miguel, AR

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias

Caminho e cegueira.
Este é o caminho da nossa cegueira.
A nossa cegueira de não conseguirmos entender que o Nosso Mestre e Senhor caminha connosco. Alegra-se e sofre connosco. Passamos a vida a procurar Jesus pelas respostas da ciência pelas nossas lógicas e exactidões da vida, quando mesmo ao nosso lado Ele caminha e faz caminho connosco. Não nos abandona. Talvez seja o nosso medo, mas também talvez seja o facto de na nossa vida estarmos mergulhados em tantas coisas que nos desgastam, mas também que nos desviam dos verdadeiros caminhos que não nos deixam viver o essencial - Jesus Cristo.
Vivemos preocupados com o padre da paróquia, com o bispo da diocese. Com os problemas da nossa comunidade paroquial, mas não conseguimos ver que mesmo ao nosso lado a caminhar, Jesus Cristo está.
Vivemos preocupados com as dificuldades da vida, com o desemprego, com a pobreza, com a incerteza de um tempo, com a incerteza de um país e de uma vida, mas não vemos ou não queremos ver que mesmo ao nosso lado vai Jesus Cristo.
Deixemo-lO falar...
Por José João Miguel, AR