"Vou fazer com que a paz corra para Jerusalém como um rio, e a riqueza
das nações, como uma torrente transbordante. Os seus filhinhos serão
levados ao colo, e acariciados sobre os seus regaços."
Deus é Paz. A Religião é Paz. Ser testemunho desta Paz.
Três ideias que que ficam das leituras deste Domingo. Se tudo isto fôr o contrário pode ser tudo menos paz.
Vemos acontecer no Mundo hoje muito conflitos pelos quais se utiliza o nome de Deus e da Religião. Se isso assim é, é tudo menos espiritualidade, religiosidade e de modo algum nos pode ligar ao essencial da nossa vida em Fé. Em Religião o fanatismo é pior que pode acontecer. Há um pouco por todas as religiões mundiais levando depois ao que temos actualmente.
Pensemos por exemplo no Islão que desde 2001 tem sido perseguido pelos ataques ao WTC. Somos bombardeados quase todos os dias, muitas vezes com falsa informação acerca do que é o Islão. O quadro é pintado com as cores da política e é a política que está por detrás. Nada daquilo que se diz acerca do Islão é assim como se diz. São meias-verdades, numa óptica de denegrir os seguidores de Maomé e colocar meio-mundo contra meio-mundo. Numa tentativa encapuzada de tentar recriar um espírito de Guerra Santa. É necessário conhecer bem o Islão para se fazer um bom juízo do porquê de algumas tomadas de posição.
Passa-se no Islão, assim como se passa no Judaísmo, Budismo e demais religiões mundiais. Bem como no Cristianismo em que o caso é flagrante, porque temos Cristãos baptizados que pouco ou nada conhecem da sua Religião. Para além de existirem casos de fanatismo que em nada poderão ser sinal da construção da paz.
Por isso, como Cristãos, como homens e muheres de Fé, de Esperança e de Caridade somos chamados tal como os 72 discípulos, a ir e a testemunhar este Deus que é sinal de Paz e de Concórdia entre os Povos. "Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: 'A paz esteja nesta casa!"
Assim seja....
josé miguel
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Do Beato João Paulo II, papa
É na Eucaristia que, em primeiro lugar, se exprime de modo sacramental o
acto redentor de Cristo Esposo em relação à Igreja Esposa. […] O
Concílio Vaticano II renovou na Igreja a consciência da universalidade
do sacerdócio. Na Nova Aliança, há um só sacrifício e um só sacerdote:
Cristo. Deste único sacerdócio participam todos os baptizados, tanto
homens como mulheres, enquanto devem «oferecer-se a si mesmos como
vítima viva, santa, agradável a Deus» (cf Rom 12,1), dar em toda parte
testemunho de Cristo e, a quem pergunte, dar uma resposta acerca da
esperança da vida eterna (cf 1 Pdr 3,15). […] Na Igreja, todos […]
participam, não só da missão sacerdotal, mas também da missão profética e
real de Cristo Messias.
Esta participação determina, outrossim, a união orgânica da Igreja, como Povo de Deus, com Cristo. Nela se exprime ao mesmo tempo o «grande mistério» da Carta aos Efésios: a Esposa unida ao seu Esposo, unida porque vive a sua vida; unida porque participa na sua tríplice missão […]; unida de maneira a responder com um «dom sincero de si mesma» ao dom inefável do amor do Esposo, Redentor do mundo. Isto diz respeito a toda a Igreja, tanto a mulheres como a homens, e diz respeito obviamente também àqueles que participam do sacerdócio ministerial, que é por natureza um serviço. No âmbito do «grande mistério» de Cristo e da Igreja, todos são chamados a responder – como uma esposa – com o dom da sua vida ao dom inefável do amor de Cristo, o qual, como Redentor do mundo, é o único Esposo da Igreja.
Esta participação determina, outrossim, a união orgânica da Igreja, como Povo de Deus, com Cristo. Nela se exprime ao mesmo tempo o «grande mistério» da Carta aos Efésios: a Esposa unida ao seu Esposo, unida porque vive a sua vida; unida porque participa na sua tríplice missão […]; unida de maneira a responder com um «dom sincero de si mesma» ao dom inefável do amor do Esposo, Redentor do mundo. Isto diz respeito a toda a Igreja, tanto a mulheres como a homens, e diz respeito obviamente também àqueles que participam do sacerdócio ministerial, que é por natureza um serviço. No âmbito do «grande mistério» de Cristo e da Igreja, todos são chamados a responder – como uma esposa – com o dom da sua vida ao dom inefável do amor de Cristo, o qual, como Redentor do mundo, é o único Esposo da Igreja.
in evangelhoquotidiano.org
sexta-feira, 5 de julho de 2013
"Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores."
"Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores."
A frase de Jesus hoje no Evangelho traz ao pensamento a forma como conhecemos e julgamos o Outro. Somos uma sociedade de rótulos e de ideias pré-concebidas. Preferimos ficar pelo nosso cómodo muitas de uma informação pela superfície.
"Quem é o homem que vem ao nosso encontro, pelo campo?" Uma boa pergunta que nos vem formulada pela primeira leitura do livro do Génesis.
Que conhecemos nós do Outro que é nosso(a) vizinho(a), que é nosso amigo(a), que é namorado(a), esposo(a). Sabemos que existe gente que vive lado a lado por vezes uma vida inteira e pouco se conhecem, isto no caso da vizinhança. Porque no caso de casais, é grave conhecer-se simplesmente a superficialidade da pessoa que se ama, quando o Amor deve ser num todo.
Na verdade, Jesus, não veio para os homens os sãos. Veio para os que frágeis, para os que sofrem, para os que choram, porque serão consolados.
Muitas vezes, como Cristãos, falamos de Cristo a quem já conhece. E quem não conhece a Cristo? Que Cristãos somos se falamos de Cristo a quem já conhece? E porque não falar Dele a quem não conhece. E hoje em dia há muitos de nós, dizendo-se Cristãos que pouco conhecem de Cristo. No entanto, a semente está lá e é preciso regá-la...
A pergunta que se pode colocar é: como falar de Jesus a quem não conhece?
Num tempo em que falamos de Nova Evangelização aqui está o mote para passar do papel para a prática este novo termo.
Deixar que Cristo fale aos pobres, aos marginados da sociedade, aos frágilizados. Ser rosto Dele no meio deste mundo. É um convite aos seguidores da Cruz...
josé miguel
A frase de Jesus hoje no Evangelho traz ao pensamento a forma como conhecemos e julgamos o Outro. Somos uma sociedade de rótulos e de ideias pré-concebidas. Preferimos ficar pelo nosso cómodo muitas de uma informação pela superfície.
"Quem é o homem que vem ao nosso encontro, pelo campo?" Uma boa pergunta que nos vem formulada pela primeira leitura do livro do Génesis.
Que conhecemos nós do Outro que é nosso(a) vizinho(a), que é nosso amigo(a), que é namorado(a), esposo(a). Sabemos que existe gente que vive lado a lado por vezes uma vida inteira e pouco se conhecem, isto no caso da vizinhança. Porque no caso de casais, é grave conhecer-se simplesmente a superficialidade da pessoa que se ama, quando o Amor deve ser num todo.
Na verdade, Jesus, não veio para os homens os sãos. Veio para os que frágeis, para os que sofrem, para os que choram, porque serão consolados.
Muitas vezes, como Cristãos, falamos de Cristo a quem já conhece. E quem não conhece a Cristo? Que Cristãos somos se falamos de Cristo a quem já conhece? E porque não falar Dele a quem não conhece. E hoje em dia há muitos de nós, dizendo-se Cristãos que pouco conhecem de Cristo. No entanto, a semente está lá e é preciso regá-la...
A pergunta que se pode colocar é: como falar de Jesus a quem não conhece?
Num tempo em que falamos de Nova Evangelização aqui está o mote para passar do papel para a prática este novo termo.
Deixar que Cristo fale aos pobres, aos marginados da sociedade, aos frágilizados. Ser rosto Dele no meio deste mundo. É um convite aos seguidores da Cruz...
josé miguel
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Basta-nos o testemunho de vida...
"Deus proverá quanto à vítima para o holocausto, meu filho."
A fé é um acto de confiança. Muitas vezes somos colocados à prova tal como Abraão.
Deste modo, o sofrimento e a tribulação não pode ser visto como o desabar do Mundo, mas uma resistência à nossa Verdade interior - a Fé.
É sobretudo nesses momentos que nos assaltam as dúvidas e as inquietudes, mas também é nesse momentos que somos chamados a fazer prova de Fé.
Afinal, "porque alimentais esses maus pensamentos nos vossos corações?", pergunta-nos Jesus no Evangelho. "Que é mais fácil dizer: 'Os teus pecados te são perdoados’, ou: 'Levanta-te e anda’?" Duas perguntas que Jesus nos deixa...
Muito frequentemente para acreditarmos que Deus está connosco necessitamos de sinais. Necessitamos de provas dessa presença. Como homens e mulheres de fé, não devíamos de necessitar desses mesmos sinais, porque basta-nos a graça da vida que Ele nos concede todos os dias.
Saber reconhecer todos os dias este facto é já uma prova de Fé.
Para testemunhar a Sua presença não necessitamos de gritar, ou de nos protagonizar bem alto que acreditamos. Basta-nos o testemunho de vida...
josé miguel
A fé é um acto de confiança. Muitas vezes somos colocados à prova tal como Abraão.
Deste modo, o sofrimento e a tribulação não pode ser visto como o desabar do Mundo, mas uma resistência à nossa Verdade interior - a Fé.
É sobretudo nesses momentos que nos assaltam as dúvidas e as inquietudes, mas também é nesse momentos que somos chamados a fazer prova de Fé.
Afinal, "porque alimentais esses maus pensamentos nos vossos corações?", pergunta-nos Jesus no Evangelho. "Que é mais fácil dizer: 'Os teus pecados te são perdoados’, ou: 'Levanta-te e anda’?" Duas perguntas que Jesus nos deixa...
Muito frequentemente para acreditarmos que Deus está connosco necessitamos de sinais. Necessitamos de provas dessa presença. Como homens e mulheres de fé, não devíamos de necessitar desses mesmos sinais, porque basta-nos a graça da vida que Ele nos concede todos os dias.
Saber reconhecer todos os dias este facto é já uma prova de Fé.
Para testemunhar a Sua presença não necessitamos de gritar, ou de nos protagonizar bem alto que acreditamos. Basta-nos o testemunho de vida...
josé miguel
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Sem a Fé perdemos o sentido
"Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo
nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito."
É esta hoje a nossa atitude perante o Divino. Precisamos de tocar para acreditar. Mas desde quando é que tudo se restringe à nossa realidade material?
Neste último século, fomos levados ao som desta frase. E o que temos? Vidas e vidas sem sentido. E no entanto, persistimos no toque material das coisas, sem tocar os bens que estão para lá da nossa realidade física.
Não acreditamos em Deus, mas buscamos uma realidade espiritual que muitas vezes pelas circunstâncias poderá ser deturpada por alguma informação e por quem se pode aproveitar destas ocasiões.
Nós não somos daqui, estamos em peregrinação e por isso convém caminharmos em ordem a algo bem mais digno que a pura matéria.
Renegamos Deus, queremos viver uma fé individual "do como nos convém". Mas a fé é na sua essência para ser partilhada porque "já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus, edificados sobre o alicerce dos Apóstolos e dos Profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus." E esta é a nossa base cristã.
Renegamos Deus, mas chamamos por Ele nos momentos de aflição. O que buscamos?
Hoje quem concebe a religião como luta de religiões, ou é fundamentalista, ou não tem consciência da sua religião. A luta hoje é contra este indiferentismo, esta secularização, este laicismo (que de laicismo não tem nada). Por isso importa uma união de todas as religiões no combate a esta falta de espiritualidade, à falta dos valores que nos dão sentido à vida, e que pura e simplesmente alguém nos quer alienar deles.
E por isso Jesus diz a Tomé: "Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto." Por isso a Fé, o acreditar em ordem aos bens espirituais deve ser uma graça que devemos viver na nossa vida e fazê-la prevalecer na Política, na Economia e na Sociedade.
Sem a Fé perdemos o sentido...
josé miguel
É esta hoje a nossa atitude perante o Divino. Precisamos de tocar para acreditar. Mas desde quando é que tudo se restringe à nossa realidade material?
Neste último século, fomos levados ao som desta frase. E o que temos? Vidas e vidas sem sentido. E no entanto, persistimos no toque material das coisas, sem tocar os bens que estão para lá da nossa realidade física.
Não acreditamos em Deus, mas buscamos uma realidade espiritual que muitas vezes pelas circunstâncias poderá ser deturpada por alguma informação e por quem se pode aproveitar destas ocasiões.
Nós não somos daqui, estamos em peregrinação e por isso convém caminharmos em ordem a algo bem mais digno que a pura matéria.
Renegamos Deus, queremos viver uma fé individual "do como nos convém". Mas a fé é na sua essência para ser partilhada porque "já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus, edificados sobre o alicerce dos Apóstolos e dos Profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus." E esta é a nossa base cristã.
Renegamos Deus, mas chamamos por Ele nos momentos de aflição. O que buscamos?
Hoje quem concebe a religião como luta de religiões, ou é fundamentalista, ou não tem consciência da sua religião. A luta hoje é contra este indiferentismo, esta secularização, este laicismo (que de laicismo não tem nada). Por isso importa uma união de todas as religiões no combate a esta falta de espiritualidade, à falta dos valores que nos dão sentido à vida, e que pura e simplesmente alguém nos quer alienar deles.
E por isso Jesus diz a Tomé: "Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto." Por isso a Fé, o acreditar em ordem aos bens espirituais deve ser uma graça que devemos viver na nossa vida e fazê-la prevalecer na Política, na Economia e na Sociedade.
Sem a Fé perdemos o sentido...
josé miguel
terça-feira, 2 de julho de 2013
Confia, Ele está contigo!
"Porque temeis, homens de pouca fé?"
Esta é a pergunta que Jesus nos coloca no centro das nossas tribulações e das nossas dificuldades.
Porque tememos se Ele está connosco. Vai connosco nesta barca da vida... O nosso problema é que achamos que está a dormir. Erro nosso. Ele bem sonda os corações.
No entanto, quem está a dormir? Jesus, ou nós próprios?
Preocupamo-nos demasiado quando uma coisa nos basta: a sua graça! Saber agradecer o dom da vida todos os dias. Porque o amanhã à Providência pertence, não temos que nos preocupar.
Olhemos o exemplo de Lot que diante da destruição de Sodoma e Gomorra, confia na Palavra de Deus e segue com sua família para outra terra, sabendo que Deus o acompanhará.
Também na nossa vida por vezes somos levados a tomar algumas decisões sem saber o que nos reserva o futuro. E por isso resta-nos a Fé. Acreditar.
A Fé dá sentido à vida, dá sabor, por isso ainda que possamos dizer que não acreditamos em nada, acreditamos sempre em alguma coisa.
Confia, Ele está contigo!
josé miguel
Esta é a pergunta que Jesus nos coloca no centro das nossas tribulações e das nossas dificuldades.
Porque tememos se Ele está connosco. Vai connosco nesta barca da vida... O nosso problema é que achamos que está a dormir. Erro nosso. Ele bem sonda os corações.
No entanto, quem está a dormir? Jesus, ou nós próprios?
Preocupamo-nos demasiado quando uma coisa nos basta: a sua graça! Saber agradecer o dom da vida todos os dias. Porque o amanhã à Providência pertence, não temos que nos preocupar.
Olhemos o exemplo de Lot que diante da destruição de Sodoma e Gomorra, confia na Palavra de Deus e segue com sua família para outra terra, sabendo que Deus o acompanhará.
Também na nossa vida por vezes somos levados a tomar algumas decisões sem saber o que nos reserva o futuro. E por isso resta-nos a Fé. Acreditar.
A Fé dá sentido à vida, dá sabor, por isso ainda que possamos dizer que não acreditamos em nada, acreditamos sempre em alguma coisa.
Confia, Ele está contigo!
josé miguel
segunda-feira, 1 de julho de 2013
"As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça."
"Em atenção a esses dez justos, não a destruirei." Deus é perdão e espera que nós sempre possamos pedir perdão. O problema é que nos cansámos de pedir perdão, nas palavras do Papa Francisco. Pedir perdão é um acto de humildade, deixar cair a nossa soberba e o nosso orgulho. Sabemos que existem acontecimentos à luz humana que são imperdoáveis. Mas eis que que Deus que é o perdão elevado ao Infinito perdoa. Em muito a nossa cultura está ainda impregnada da Lei de Talião - "olho por olho, dente por dente". Ultrapassar esta lei é para nós um desafio cada vez mais actual e que cada vez se justifica. Amar os nossos inimigos, porque amar os nossos amigos nada é de extraordinário.
E por isso, seguir Jesus Cristo, torna-se difícil, porque é um longo caminho que temos de fazer de deixar cair em nós muito do nosso pecado."As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça." E a realidade é esta quando se opta radicalmente por Jesus Cristo. No entanto, alegremo-nos porque a nossa recompensa é bem mais poderosa que as superficialidades e futilidades deste mundo. Por isso é incompreensível a falta do perdão no coração dos cristãos.
Seguir Jesus é uma radicalidade de vida se não notemos: "Um dos discípulos disse-lhe: "Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar o meu pai. Jesus, porém, respondeu-lhe: Segue-me e deixa os mortos sepultar os seus mortos." Na verdade Jesus não é insensível à dor da morte. O que estas palavras nos querem dizer é que segui-lO exige um compromisso de vida, de desprendimento e voltarmo-nos para o essencial. E em muitas das vezes isso implica amar e perdoar.
josé miguel
E por isso, seguir Jesus Cristo, torna-se difícil, porque é um longo caminho que temos de fazer de deixar cair em nós muito do nosso pecado."As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça." E a realidade é esta quando se opta radicalmente por Jesus Cristo. No entanto, alegremo-nos porque a nossa recompensa é bem mais poderosa que as superficialidades e futilidades deste mundo. Por isso é incompreensível a falta do perdão no coração dos cristãos.
Seguir Jesus é uma radicalidade de vida se não notemos: "Um dos discípulos disse-lhe: "Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar o meu pai. Jesus, porém, respondeu-lhe: Segue-me e deixa os mortos sepultar os seus mortos." Na verdade Jesus não é insensível à dor da morte. O que estas palavras nos querem dizer é que segui-lO exige um compromisso de vida, de desprendimento e voltarmo-nos para o essencial. E em muitas das vezes isso implica amar e perdoar.
josé miguel
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