sábado, 18 de janeiro de 2014

No II Domingo do Tempo Comum

in liturgiadodia.blogspot.com
Neste domingo escutamos o testemunho de João Baptista a respeito de Jesus. Aquele que vem tirar o pecado do mundo. Aquele que virá baptizar no Espírito Santo. Aquele que tem o sopro da vida e que é a vida - Jesus Cristo.
Por isso, a atitude de João Baptista é uma atitude de humildade, de serviço, para reconhecer que depois dele virá alguém que não é digno de descalçar sequer as sandálias, e que é preciso que ele cresça e ele, João Baptista, diminua.
Jesus é vida... Neste sentido nos dizia João Paulo II, no Encontro com os jovens chilenos, em 1987: "O contacto com Jesus desponta a vida. Longe Dele só há obscuridade e morte."
Os cristãos, como exemplo do próprio Jesus, devem ser no mundo testemunho desta vida, desta alegria, desta esperança que é Jesus Cristo.
Não se entende as caras de Quaresma que muitas vezes temos diante do mundo. A nós, cristãos, não nos pode faltar a esperança e a vida. Porque é em Jesus Cristo que está a nossa vida, a nossa esperança. "Tudo posso Naquele que me conforta" (Fil. 4, 13), assim nos fala São Paulo.
Ser sinal de vida e esperança, num mundo que aos poucos parece perder esta vida que emana de Jesus Cristo, é hoje um desafio para todos, os cristãos.
Por José Miguel M. Serrão, AR

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Não vim chamar os justos, mas os pecadores

in conic.org.br
Inicia hoje a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Os subsídios disponibilizados para esta jornada estiveram ao cuidado de um grupo de representantes das várias comunidades cristãs do Canadá. Este grupo de cristãos convida-nos a meditar este ano na Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios (1, 1-17) partindo da frase lapidar: "Será que Cristo está dividido?" Esta reflexão foi motivada pela experiência social destes canadianos, oriundos de um país trespassado pelas diversidades linguísticas, culturais e até climatéricas. Partindo da própria experiência, onde se apercebem que é possível construir um único país, não obstante as diversidades, os Cristãos do Canadá respondem à interpelação de Paulo. Uma interpelação, com um certo tom provocatório, dirigida também a nós. Os canadianos, unidos em oração, proclamam que Cristo não pode estar dividido, não obstante as divisões, às vezes escandalosas, que acontecem nas nossas comunidades. Unamo-nos a eles, e rezemos pela unidade de todos os cristãos.
in Liturgia Diária, Paulus, Lisboa 2014

O Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados

Santo Antão, abade
Santo Antão, o grande, nasceu no Egipto no ano 251, no seio de uma família rica e piedosa. Aos 20 anos fica órfão, mas não desamparado por Deus Pai. Então, sente-se interpelado pelas palavras evangélicas "Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, e dá aos pobres, e terás um tesouro no Céu; e depois vem e segue-Me." (Mt 19, 20) Mas este jovem rico não ficou triste, ouvindo as palavras do Senhor, fez como Ele lhe ordenara. Retirando-se para o deserto inicia uma vida ascética. Tentado inúmeras vezes, nunca sucumbiu. A sua fama de santidade atraiu a si muitos discípulos, que se confiavam às suas orações e exemplo. Partiu para o Céu, para receber o seu tesouro, a 17 de Janeiro de 356.
in Liturgia Diária, Paulus, Lisboa 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A lepra deixou-o ele ficou limpo

in revistavivasaude.uol.com.br
A leitura do dia de hoje poderia parecer incompreensível. Como podem os israelitas ter perdido a batalha, quando o Senhor estava no meio deles? Os israelitas foram derrotados, como nós somos vencidos quando queremos fazer de Deus uma espécie de interruptor, que ligamos e desligamos segundo as nossas necessidades. Deus não é um talismã mágico, a quem podemos recorrer nos momentos de maior aflição. Deus está sempre connosco. Não somos nós que temos a capacidade de mudar o lugar de Deus na sociedade, é Deus que reposiciona o nosso lugar no mundo. A um homem com lepra, impedido de entrar nos povoados, por causa da enfermidade, Jesus reintegrou-o. Limpando-o, restituiu-lhe a verdadeira imagem humana, que o faz semelhante aos seus irmãos. Que cada um de nós possa sentir o toque purificador de Deus nas suas vidas.
in Liturgia Diária, Paulus, Lisboa 2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Curou muitas pessoas, atormentadas por várias doenças

Segundo S. Marcos, Jesus, neste episódio, cura muitas pessoas dos seus males e doenças. Na madrugada seguinte vai para um lugar solitário com alguns dos que O acompanham para rezar e preparar-Se para partir para outras aldeias. Jesus afirma que veio, em nome de Deus, não apenas para curar doenças a algumas pessoas mas a todas e ao maior número de pessoas possível. Mas mais importante que isso, Ele veio converter os nossos corações para o bem e para que O reconheçamos como sendo O nosso Salvador. Mais do que estarmos bem de saúde, é a nossa paz de espírito e a força que Ele nos dá para que alcancemos a Fé.
Por Raquel Sousa, AR 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Jesus ensinava como quem tem autoridade

in blogs.diariodonoroeste.com.br
A liturgia de hoje apresenta-nos Jesus no interior de uma sinagoga. Podemos imaginar o cenário. Enquanto os doutores da Lei discutiam e discorriam em inúmeros ensinamentos sobre os preceitos que envolviam a Lei, Jesus ensina com autoridade. Eis uma primeira diferença, acompanhada de uma acção concreta. Jesus não discursa apenas, mas vai ao encontro das necessidades de um homem em dificuldades. Um homem possesso a quem Jesus liberta. O nosso mundo também necessita deste tipo de gestos concretos, que ajudem a promover a dignidade da pessoa humana. O mundo necessita de saber que o Senhor atende aqueles que O invocam, como escutou a inconsolável Ana. Eis a razão de ser da Igreja, Corpo Místico de Cristo: mostrar que o Cristianismo não é apenas uma doutrina, mas essencialmente propulsor de uma vida nova, cheia de esperança.
in Litúrgia Diária, Lisboa, Paulus 2014

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Arrependei-vos e acreditai no Evangelho

Santo Hilário, bispo e doutor da Igreja
Nesta passagem Jesus pede a alguns homens que deixem os seus trabalhos, famílias e que O sigam. Pede-lhes que deixem de pescar peixes e que passem a “pescar homens”. Com esta expressão Jesus pretende que Simão, André, Tiago e João O ajudem, passando a Sua Mensagem e que convertam os corações menos bons, em corações com muito amor para dar. Estes quatro homens largaram tudo para O seguir e é esta a força do amor. S. Marcos relembra este episódio para nos fazer ver que também nós devemos ser “pescadores de homens” e que devemos passar a Sua Palavra a tantos quanto pudermos. Ele pede-nos que não sejamos egoístas e que partilhemos o dom do amor de Deus.
Por Raquel Sousa, AR