Ainda no rescaldo da Conferência dada pelo eminentíssimo Prof. Dr. José Mattoso, no âmbito da I Semana da História e Arqueologia, realizada na Universidade de Évora, e organizada pelo Núcleo de Estudantes de História da mesma universidade.
Na verdade, houve uma pergunta que no regresso a casa eu fazia a mim próprio e que quero partilhar convosco:
Se de facto, os números do desemprego na área profissional da História é elevado, e se de facto existe um "mar imenso" de trabalho e de estudo por fazer em Portugal, porque é que existe um elevado número de licenciados de História no desemprego?
Afinal, quem investiga em Portugal na realidade?
Não quero acreditar, que no mundo da investigação histórica estamos perante um sistema corporativo e feudalizante...
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: Projecto "Rua da Saudade": Coliseu dos Recreios do Porto / Hoje (26 de Março de 2010) - 22h
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: Projecto "Rua da Saudade": Teatro Curvo Semedo de Montemor-O-Novo / 27 de Março de 2010 - 21.30h
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Um pequeno retorno
No regresso ao Alentejo, por um dia, foi bom voltar e ver novamente algumas caras que durante algum tempo marcaram um momento da minha vida, que concerteza não irei esquecer...
A esse propósito, aqui vos deixo uma frase, de um grande senhor que ontem (24 de Março de 2010) tive o prazer de me cruzar em pleno Palácio do Vimioso-Universidade de Évora, e que academicamente irá ser para mim uma referência, para o resto da minha vida: Prof. Dr. José Mattoso.
"Em História, temos de utilizar todos os documentos e não só alguns. Papéis são papéis: não há bons, nem maus".
A esse propósito, aqui vos deixo uma frase, de um grande senhor que ontem (24 de Março de 2010) tive o prazer de me cruzar em pleno Palácio do Vimioso-Universidade de Évora, e que academicamente irá ser para mim uma referência, para o resto da minha vida: Prof. Dr. José Mattoso.
"Em História, temos de utilizar todos os documentos e não só alguns. Papéis são papéis: não há bons, nem maus".
Prof. Dr. José Mattoso, in revista "Actual", supl. jornal "Expresso", nº 1951, 20/03/2010
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: Projecto:"Rua da Saudade" - 26 de Março de 2010/Coliseu do Porto. 27 de Março/Teatro Curvo Semedo - Montemor-o-Novo.
terça-feira, 23 de março de 2010
Consciência
No final do dia de ontem, estive a ler a Carta Pastoral de S.S. Bento XVI aos Católicos da Irlanda!
Uma carta dura, frontal e directa (nunca tinha lido algo tão duro por parte de um Papa)...
Se foi tardia, não discuto...
Se podia ter sido melhor, não discuto...
No entanto, como Cristão Católico Apostólico Romano, (perdoem-me o desabafo) sinto-me indignado, envergonhado e mais um sem fim de adjectivos...
A pedofilia, quer seja na Igreja, quer seja onde fôr, é um acto condenável e terá de ser punido. Faça-se justiça de qualquer forma...
Porém, umas ressalvas que quero falar enquanto Cristão Católico, pois penso que é minha obrigação:
Primeiro: não é com o fim do celibato dos padres que se resolve a questão. Reflicta-se e repense-se a formação dos Seminários. Eu, como Cristão Católico, EXIGO, sacerdotes bem formados, com valores morais e éticos, que sejam sinal de Cristo no Mundo. Gente que envergonha o Cristianismo, mais valia não estar lá. Porque o Cristianismo, não são actos rituais e sociais. O CRISTIANISMO VIVE-SE!!! Quem faz da religião uma profissão, ou um acto social, mais vale retirar-se. Quem quiser entender que entenda...
Segundo: o ser celibatário, é uma opção de vida, como tantas outras. É preciso saber viver no celibato. Se não sabem, existem outras formas de vida, tão dignas ou ainda mais que o celibato... Como em tudo é preciso saber vivê-lo. O Padre, quando é padre, é para as comunidades, e para as pessoas, e está no meio delas, como um sinal de uma moralidade e de uma ética religiosa, neste caso cristã, que deverá procurar defender pelo seu exemplo de vida. Tal como um Imã, deverá ser sinal dos valores muçulmanos, ou um Rabino, que deverá ser sinal dos valores judaicos.
Terceiro: O Cristianismo, não tem de ser poder: tem de ser luz, paz e amor entre os homens de boa vontade, e enquanto não fôr visto nesta perspectiva, a Religião Cristã não tem condições para responder ao Homem. O Cristianismo tem de dar uma resposta à grave crise moral e de valores que a sociedade actual do Terceiro Milénio atravessa. E não é com exemplos destes (como os da Irlanda) que se pode chegar a algum lado. Não tem de ser melhor, nem pior que o Islão, o Budismo, o Judaísmo ou o Hinduísmo. Pura e simplesmente terá de ser vivido pelos Cristãos no meio desta religiões, como um modo de vida, não como um acto do social. Não temos que embarcar em Jihad's ou em Cruzadas. Isso é do passado. Como Cristãos só temos de afirmar no Mundo aquilo em que acreditamos, a fim de dar uma resposta. NÃO TEMOS DE IMPÔR NADA!!! Não precisamos do Tribunal do Santo Ofício (que na boca de alguns é a morte do Cristianismo, há mais vida para além disso) Simplesmente, dar uma resposta... Se somos melhores ou piores, isso não nos deve importar, enquanto Cristãos! A Religião (seja ela qual fôr) terá de fazer o seu papel no mundo. E se o Mundo atravessa, um período baixo da existência humana, foi porque a Religião (seja ela qual fôr) se demitiu do seu verdadeiro papel no Mundo. Quem quiser entender, entenda...
Quarto: a imprensa, em Portugal, falou em dez casos de padres indiciados no nosso país. Como é óbvio, fico indignado e envergonhado... Só espero, que a Igreja Católica Portuguesa não se cale e haja Justiça.
Quinto: só mais uma coisa, que não posso deixar de dizer. Só estranho, e tenho pena, que estes casos tenham vindo a público no ano da Visita Pastoral de S.S. Bento XVI, e no ano das Comemorações do Centenário da República.
Sexto: porém, só coloco uma questão: Porquê tanto ódio à Igreja Católica? Porquê tanto ódio à Religião?
Já agora: Porquê tanto ódio no Mundo e no coração do Homem?
Afinal, não foi Deus, Alá, Buda, Jahvé que criaram o ódio...
Onde fica o Amor? Onde mora a Paz? A Paz que tanto ansiamos...
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: "Projecto: Rua da Saudade", Coliseu do Porto / 26 de Março de 2010
Uma carta dura, frontal e directa (nunca tinha lido algo tão duro por parte de um Papa)...
Se foi tardia, não discuto...
Se podia ter sido melhor, não discuto...
No entanto, como Cristão Católico Apostólico Romano, (perdoem-me o desabafo) sinto-me indignado, envergonhado e mais um sem fim de adjectivos...
A pedofilia, quer seja na Igreja, quer seja onde fôr, é um acto condenável e terá de ser punido. Faça-se justiça de qualquer forma...
Porém, umas ressalvas que quero falar enquanto Cristão Católico, pois penso que é minha obrigação:
Primeiro: não é com o fim do celibato dos padres que se resolve a questão. Reflicta-se e repense-se a formação dos Seminários. Eu, como Cristão Católico, EXIGO, sacerdotes bem formados, com valores morais e éticos, que sejam sinal de Cristo no Mundo. Gente que envergonha o Cristianismo, mais valia não estar lá. Porque o Cristianismo, não são actos rituais e sociais. O CRISTIANISMO VIVE-SE!!! Quem faz da religião uma profissão, ou um acto social, mais vale retirar-se. Quem quiser entender que entenda...
Segundo: o ser celibatário, é uma opção de vida, como tantas outras. É preciso saber viver no celibato. Se não sabem, existem outras formas de vida, tão dignas ou ainda mais que o celibato... Como em tudo é preciso saber vivê-lo. O Padre, quando é padre, é para as comunidades, e para as pessoas, e está no meio delas, como um sinal de uma moralidade e de uma ética religiosa, neste caso cristã, que deverá procurar defender pelo seu exemplo de vida. Tal como um Imã, deverá ser sinal dos valores muçulmanos, ou um Rabino, que deverá ser sinal dos valores judaicos.
Terceiro: O Cristianismo, não tem de ser poder: tem de ser luz, paz e amor entre os homens de boa vontade, e enquanto não fôr visto nesta perspectiva, a Religião Cristã não tem condições para responder ao Homem. O Cristianismo tem de dar uma resposta à grave crise moral e de valores que a sociedade actual do Terceiro Milénio atravessa. E não é com exemplos destes (como os da Irlanda) que se pode chegar a algum lado. Não tem de ser melhor, nem pior que o Islão, o Budismo, o Judaísmo ou o Hinduísmo. Pura e simplesmente terá de ser vivido pelos Cristãos no meio desta religiões, como um modo de vida, não como um acto do social. Não temos que embarcar em Jihad's ou em Cruzadas. Isso é do passado. Como Cristãos só temos de afirmar no Mundo aquilo em que acreditamos, a fim de dar uma resposta. NÃO TEMOS DE IMPÔR NADA!!! Não precisamos do Tribunal do Santo Ofício (que na boca de alguns é a morte do Cristianismo, há mais vida para além disso) Simplesmente, dar uma resposta... Se somos melhores ou piores, isso não nos deve importar, enquanto Cristãos! A Religião (seja ela qual fôr) terá de fazer o seu papel no mundo. E se o Mundo atravessa, um período baixo da existência humana, foi porque a Religião (seja ela qual fôr) se demitiu do seu verdadeiro papel no Mundo. Quem quiser entender, entenda...
Quarto: a imprensa, em Portugal, falou em dez casos de padres indiciados no nosso país. Como é óbvio, fico indignado e envergonhado... Só espero, que a Igreja Católica Portuguesa não se cale e haja Justiça.
Quinto: só mais uma coisa, que não posso deixar de dizer. Só estranho, e tenho pena, que estes casos tenham vindo a público no ano da Visita Pastoral de S.S. Bento XVI, e no ano das Comemorações do Centenário da República.
Sexto: porém, só coloco uma questão: Porquê tanto ódio à Igreja Católica? Porquê tanto ódio à Religião?
Já agora: Porquê tanto ódio no Mundo e no coração do Homem?
Afinal, não foi Deus, Alá, Buda, Jahvé que criaram o ódio...
Onde fica o Amor? Onde mora a Paz? A Paz que tanto ansiamos...
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: "Projecto: Rua da Saudade", Coliseu do Porto / 26 de Março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
E com três letras apenas se escreve... PEC
PEC - Programa de Estabilidade e Crescimento
O que mais se tem falado nos últimos dias. Como é de esperar aqui também se fala. Para dizer que o PEC só veio dar a conhecer quem vai pagar a factura: os mesmos de sempre... E de demagogia isto não tem nada!
Mas alguém pensou o contrário?
O que mais se tem falado nos últimos dias. Como é de esperar aqui também se fala. Para dizer que o PEC só veio dar a conhecer quem vai pagar a factura: os mesmos de sempre... E de demagogia isto não tem nada!
Mas alguém pensou o contrário?
sexta-feira, 19 de março de 2010
É necessário trazer à tona...
Logo à noite, pelas 22.00h, recorda-se Ary dos Santos, pelas vozes de Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti.
Só poderei falar de Ary dos Santos pela memória de outros e pela memória material que está encerrada na obra literária.
No entanto, quero deixar uns apontamentos, que penso serem de justiça fazê-lo:
Primeiro: Para quem pensa que em Ary dos Santos há uma conotação política, engana-se. Há muita mais vida para além da política em Ary dos Santos
Segundo: enaltecer, louvar e até agradecer o empenho e a dedicação destas quatro artistas no refazer a memória de um grande poeta português.
Terceiro: percebo bem que exista ainda pessoas que não gostem de Ary dos Santos. Porquê? Porque em Ary dos Santos a verdade é dura, nua e fria. E numa sociedade que não está sequer voltada para pensar em si própria, é natural que poetas como Ary dos Santos sejam esquecidos (para não dizer banidos). É necessário trazer à tona, mexer e remexer numa sociedade que cada vez mais está alienada e adormecida (ou fizeram-na, à força, adormecer).
E nada melhor que Ary dos Santos para acordar...
Deste modo quero deixar a título de homenagem um dos seus poemas que poderão ouvir no album "Rua da Saudade" e hoje no Coliseu dos Recreios de Lisboa. Aqui fica:
Rock-Chock
São os meninos travolta de um tempo que volta, revolta e vem chatear
São os jeitosos dos truques, parentes dos duques e bichosas de rabiar
São os queridinhos drunfados, drogados, ganzados que andam no gamanço
E põem a cruz gamada depois da palmada a um velho tanso
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
São os meninos ricaços, tarados, madraços, heróis da porta do liceu
O Babazinho e o Dudu que levam na bolsa os livros do Fumanju
São os meninos bonitos que gostam de amigas, de charro e de fitas
Mas que enganam raparigas com duas cantigas e lhes fazem figas
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
São sempre os filhos da mãe, que a culpa é de quem os fez
São no fundo uns desgraçados que andam calçados mas não têm pés
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
José Carlos Ary dos Santos, in album " Rua da Saudade"
Só poderei falar de Ary dos Santos pela memória de outros e pela memória material que está encerrada na obra literária.
No entanto, quero deixar uns apontamentos, que penso serem de justiça fazê-lo:
Primeiro: Para quem pensa que em Ary dos Santos há uma conotação política, engana-se. Há muita mais vida para além da política em Ary dos Santos
Segundo: enaltecer, louvar e até agradecer o empenho e a dedicação destas quatro artistas no refazer a memória de um grande poeta português.
Terceiro: percebo bem que exista ainda pessoas que não gostem de Ary dos Santos. Porquê? Porque em Ary dos Santos a verdade é dura, nua e fria. E numa sociedade que não está sequer voltada para pensar em si própria, é natural que poetas como Ary dos Santos sejam esquecidos (para não dizer banidos). É necessário trazer à tona, mexer e remexer numa sociedade que cada vez mais está alienada e adormecida (ou fizeram-na, à força, adormecer).
E nada melhor que Ary dos Santos para acordar...
Deste modo quero deixar a título de homenagem um dos seus poemas que poderão ouvir no album "Rua da Saudade" e hoje no Coliseu dos Recreios de Lisboa. Aqui fica:
Rock-Chock
São os meninos travolta de um tempo que volta, revolta e vem chatear
São os jeitosos dos truques, parentes dos duques e bichosas de rabiar
São os queridinhos drunfados, drogados, ganzados que andam no gamanço
E põem a cruz gamada depois da palmada a um velho tanso
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
São os meninos ricaços, tarados, madraços, heróis da porta do liceu
O Babazinho e o Dudu que levam na bolsa os livros do Fumanju
São os meninos bonitos que gostam de amigas, de charro e de fitas
Mas que enganam raparigas com duas cantigas e lhes fazem figas
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
São sempre os filhos da mãe, que a culpa é de quem os fez
São no fundo uns desgraçados que andam calçados mas não têm pés
Eu que até gosto do rock
Só não quero é que me lixem a vida
Pois nunca ando a reboque
Da sociedade que foi mal parida
Eu não quero cacetete, quero o Elvis e o Harley, mas sem capacete
José Carlos Ary dos Santos, in album " Rua da Saudade"
quinta-feira, 18 de março de 2010
NATO
Depois da II Grande Guerra que levou mais tarde ao Tratado do Atlântico Norte e à posterior criação de uma instituição que se chamou NATO, pergunto eu:
Na actual conjuntura geo-política, geo-económica e geo-social, que sentido faz a continuação de uma instituição cuja a sua finalidade era o combate à proliferação do Comunismo na Europa Capitalista e consequentemente no mundo, e, ainda, a expansão da Política Imperialista Americana, que se confinou àquilo que se chama hoje União Europeia?
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: apresentação do "Projecto: Rua da Saudade" - Coliseu de Lisboa: 19 de Março de 2010
Na actual conjuntura geo-política, geo-económica e geo-social, que sentido faz a continuação de uma instituição cuja a sua finalidade era o combate à proliferação do Comunismo na Europa Capitalista e consequentemente no mundo, e, ainda, a expansão da Política Imperialista Americana, que se confinou àquilo que se chama hoje União Europeia?
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: apresentação do "Projecto: Rua da Saudade" - Coliseu de Lisboa: 19 de Março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Pelo mar...
Há uma pergunta que quero deixar no ar:
Desde Janeiro de 2010, até ao dia de hoje, alguém percebe por onde caminha o País? Circulamos num mar com um denso nevoeiro, que só paramos quando encalharmos em algum lado...
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: apresentação do "Projecto: Rua da Saudade" - Coliseu de Lisboa / 19 de Março de 2010
Desde Janeiro de 2010, até ao dia de hoje, alguém percebe por onde caminha o País? Circulamos num mar com um denso nevoeiro, que só paramos quando encalharmos em algum lado...
Mafalda Arnauth, Susana Félix, Viviane e Luanda Cozetti: apresentação do "Projecto: Rua da Saudade" - Coliseu de Lisboa / 19 de Março de 2010
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