quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O Reino de Deus está entre vós.

Vivemos um tempo onde as respostas concretas, objectivas, se procuram mais do que nunca. O saber rápido de todas as coisas, o sucesso imediato de cada um, de cada vivência, como se houvesse um caminho só, e nele coubesse toda a sabedoria de uma vida! O que vai acontecer, como e quando, é o desejo que parece muitas vezes tomar conta da nossa existência…

Também perguntaram a Jesus quando chegaria o Reino de Deus! Jesus não responde de forma concreta como esperavam mas afirma que esse Reino está entre nós! Daqui podemos acreditar no preceito de que Deus é Amor, que Ele vive no meio de nós, nos nossos corações, na nossa entrega com Fé no caminho do Amor!
Por Eugénia Costeira, AR

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Levanta-te e vai. A tua fé te salvou.

formosuradocarmelo.blogspot.com
A caminho de Jerusalém, Jesus curou dez leprosos que imploravam por um milagre e disse: “Ide e mostrai-vos”. Um dos dez doentes, ao ver-se recuperado, voltou para agradecer este ato de bondade e glória. Disse-lhe Jesus: “A tua fé te salvou” e é a fé, a fé pura, que leva aos milagres e dá vida a atitudes verdadeiramente cristãs. Mais importante que vermos os nossos pedidos concretizados, é acreditarmos Naquele que os possibilitou e agradecermos através do bom senso e da oração.
Por Raquel Sousa, AR 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer.

São Josafat, bispo e mártir


Nesta parábola de hoje Jesus ensina-nos que devemos estar dispostos a servir… E na sociedade de hoje, onde tudo parece ter um preço, teremos de ir um pouco mais além como cristãos… procurando fazer aquilo que não se paga aos olhos de Deus! Falando da amizade desinteressada, do fazer o bem pelo irmão… é fazê-lo, não porque alguém nos pediu, mas porque o fazemos de coração puro, com humildade, com boa vontade, na certeza de que o que fizermos, o fazemos da melhor maneira possível!

E confiantes de que não seremos servos inúteis porque servimos o nosso próximo, trabalhemos nessa condição...
Por Eugénia Costeira, AR

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

É inevitável que haja escândalos; mas ai daquele que os causa!

São Martinho de Tours, bispo

Nesta passagem, Jesus ‘fala-nos’ de uma das maiores adversidades pelas quais todos passamos: o pecado e a divisão. É com muita frequência que nos chateamos e ofendemos os outros, consciente ou inconscientemente, e que na maior parte das vezes arrependemo-nos. O arrependimento deve estar sempre presente e embora achemos que tenhamos razão, devemos ser humildes e contribuir para a harmonia. Devemos ainda ter a capacidade de perdoar, por mais injustiçados que tenhamos sido porque o perdão está naquele que tem o dom de amar. É nosso dever, portanto, evitar os escândalos e os ressentimentos, dando o lugar ao arrependimento, ao perdão, ao amor e à fé!
Por Raquel Sousa, AR

domingo, 10 de novembro de 2013

No XXXII Domingo do Tempo Comum

A preocupação dos saduceus de saber de quem é a mulher esposa depois da ressurreição dos mortos é em tudo comparável à nossa preocupação com o que se passa depois da morte.
Na verdade, o maior problema da existência humana é no essencial o problema da morte e da vida. Saber quando começa e saber quando a acaba a vida humana e o que se passa depois são problemas com os quais o homem se debate ao longo de toda a sua existência.
Com razão, cai em descrédito problemas como o aborto ou como a eutanásia, porque o homem não tem a última palavra sobre a vida. Quando discutimos o aborto era bastante importante ter claro quando começa a vida, assim como quando discutimos a eutanásia seria importante saber quando acaba a vida. A ciência vai tendo algumas respostas, mas nada conclusivas. Por isso, discutir estas duas questões parece ser desde logo a arrogância humana de querer se submeter à vontade divina.
A vida em Deus, e a vida de Deus não é a nossa vida e isso fica bem claro no Evangelho deste Domingo: "serão como anjos e filhos de Deus", num local onde não há espaço limitado, e onde o tempo é a eternidade. Algo que a inteligência humana não tem capacidade no seu pensamento. Deus é um agora, como assim o foi num passado e como será num futuro. Deus é o presente da História e faz-se presente na nossa vida todos os dias.
E com mais razão Jesus nos diz no Evangelho: "Deus de Abraão, de Isaac, de Jacob". Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos, pois para Ele todos vivem." Para Deus todos somos hoje. Não há em Deus a conjugação verbal "fomos", ou "seremos". Para Ele somos. E por isso vivemos, somos chamados à vida de hoje.
Actualmente, muitos de nós fazem da eucaristia o centro da sua vida para celebrar os seus mortos. Mas pergunto: celebram os mortos, ou celebram a vida dos mortos? A missa não foi instituída
para celebrar mortos, mas para celebrar a vida e a vida em abundância.
Em boa verdade, acreditamos hoje na Ressurreição? Acreditamos na vida eterna? Porque ser Cristão sem acreditar na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, podemos ser muitas coisas, menos Cristãos.
Ser Cristão e ficar pela crença na Morte, e não ir da Morte à Vida, é na verdade uma patologia crónica que se pode manifestar nos dias de hoje.
Acreditemos na Vida...
Por José Miguel M. Serrão, AR

sábado, 9 de novembro de 2013

Falava do templo do seu Corpo

Basílica de São João de Latrão
Jesus é o Filho de Deus. Não um filho criado como somos nós a partir de um Homem e de uma Mulher, mas um Filho gerado, como a Luz é gerada pelo fogo e como tal é Deus como o Pai. Ele é o verbo de Deus, feito Homem! Ora como Jesus era Homem e Deus ao mesmo tempo, ao ver a casa do Pai – O templo – a ser profanado, não suportou a ofensa e vai daí castigou os prevaricadores. Em Deus a Justiça e a Misericórdia são perfeitas e infinitas. Quem livremente escolhe por malícia, as trevas , a maldade e a desonestidade como modo de vida irá sempre encontrar no fim a Justiça Infinita de Deus. Esta imagem de Jesus a castigar os prevaricadores é apenas uma imagem daquilo que espera o pecador após o término da sua vida sobre a terra se este não se arrepender dos seus crimes cometidos contra Deus directamente ou contra Deus na pessoa de cada ser humano.


Jesus reivindica para Ele o papel de Juíz Supremo dos Vivos e dos Mortos, pois todo o Homem será Julgado por este Deus, quer o queira , quer não. E para reforçar este papel que só a Ele pertence, mostra aos seus acusadores o seu caracter divino, pois pre-anuncia a sua ressurreição, algo que só um ser divino poderia fazer. No entanto os judeus perceberam que Ele falava do templo. Mas o fim era sempre o mesmo. Fosse o templo o seu corpo ou o templo realmente de pedras e telhado, só Deus o poderia reconstruir em 3 dias. Jesus aqui  mais uma vez  afirma o seu caracter divino.  
Por Ana Luísa Senra, AR

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

«Os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes»

in somosluzemacao.blogspot.com
Deus é o Senhor Rico e o administrador  é cada um dos homens que Deus criou. O prestar contas da administração significa a hora da morte do homem. Nessa hora, Deus soberano Juiz irá pedir conta a cada um dos homens que existe na terra sobre como administrou os seus talentos e bens; todo o Homem deverá dar contas a Deus da sua administração isto é, da sua vida vivida na terra, logo após a morte.

O Administrador infiel é o homem que viveu toda a vida como pecador que prevendo que irá morrer – porque têm uma doença grave por exemplo – resolve empregar o dinheiro que ganhou na sua vida de pecado para praticar acções de caridade, esperando que Deus em atenção ao bem que fez ao seu próximo, lhe perdoe o seu pecado e lhe conceda a vida eterna.

Deus louva esta atitude deste homem pecador, pois com o dinheiro ganho indevidamente pratica acções de caridade e dessa forma consegue obter a salvação eterna da sua alma, pois pelas orações das pessoas a quem ajudou, servirão para lhe granjear a salvação eterna da sua alma.  

Pois como diz o Apostólo S.Pedro : - “ A caridade apaga uma multidão de pecados ” (I Pedro 4 : 8)
Por Ana Luísa Senra, AR