sábado, 30 de novembro de 2013

Confessa com a boca que Jesus é o Senhor



Salvar-se consiste em conhecer e aceitar ao enviado de Deus: Jesus. O crer não é um acto solitário, há de dizer-lo de viva voz. Dizer, confessar com a boca que Jesus é o Senhor, é reconhecer-lo como Deus mesmo. Crer com o coração o que se confessa, não só de palavra mas sentir-lo- Senhor Jesus, ajuda-me a vencer o medo que não me deixa confessar-te e configurar a minha vida à tua.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus

in panoramio.com
Jesus acaba de anunciar o fim de Jerusalém e o fim do Mundo e disse quais os sinais que seriam precursores dos acontecimentos profetizados. Este evangelho é uma continuação do raciocínio de Jesus.  
A profecia sobre a destruição de Jerusalém confirmou-se no ano 70 da nossa era. As tropas romanas devastaram Jerusalém e reduziram-na a cinzas. Mas a destruição de Jerusalém era apenas um prenúncio do que espera quem rejeita Deus. O povo Judeu tinha rejeitado Jesus e acabou por crucificá-lo. Mas Deus sendo a Bondade Infinita também é a Justiça Infinita e perante o pecado do povo Judeu castigou-o com a destruição de Jerusalém. Mas essa destruição de Jerusalém é uma imagem também daquela outra destruição que ocorrerá no fim do mundo, do homem pecador.
Para o homem enquanto indivíduo o fim do mundo ocorre com a morte. É de fé que a morte aparece no mundo como castigo do pecado. Para o Homem enquanto humanidade o fim do homem ocorrerá no fim do mundo quando Jesus Cristo, Deus e Homem, vier julgar todos os povos. É o que a Igreja define como o Juízo Universal. Todos os homens e povos serão julgados e nesse dia, Deus revelará o que vai no coração de cada homem e porque motivo uns irão para o inferno eterno e outros para a vida eterna. É um dia de tremenda Justiça! Tudo o que foi feito ocultamente aparecerá publicamente para que seja visto por todos. Será um dia de tremenda confusão e vergonha para os pecadores... (Nota: os pecados confessados não existem aos olhos de Deus e como tal não aparecerão nesse dia...)  

A figueira é aqui usada como símbolo: O símbolo da vida. Quando a vida está no término sabemos que já está perto o verão da vida eterna para os justos. Da mesma forma quando os sinais do fim do mundo aparecerem, saberemos que está perto o fim da humanidade e o reino de Deus está à porta. Mas Jesus refere-se aqui aos justos e ao que os espera. E no fim afirma que tudo aquilo que profetizou infalivelmente acontecerá. E assim ocorreu com a destruição de Jerusalém, assim acontecerá com o fim do mundo em momento que só Deus sabe.   
Por Ana Luísa Senra, AR

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Levantai a cabeça, porque a vossa redenção está próxima.

É na esperança de uma nova terra que, no meio da desolação, da angústia entre os povos, Jesus anuncia a redenção, dirigindo-se aos discípulos como prenúncio de libertação.
Apesar de toda a destruição que possa acontecer, Jesus deixa a mensagem de esperança num mundo novo, não deixando de mostrar compaixão pelo sofrimento humano…

Esse mundo novo passa pela transformação de cada um de nós, também hoje no presente, quando acreditamos que Jesus é Vida em nossos corações, que sofreu também por nós, pela humanidade mas que vem todos os dias ao nosso encontro… porque Ele é o Filho do Homem…
Por Eugénia Costeira, AR

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Mas não se perderá um só cabelo da vossa cabeça

in mundocaduco.blogspot.com
Jesus avisa os seus discípulos de que no futuro serão perseguidos por Sua causa e que alguns até poderão morrer. Esta notícia, é sem dúvida um choque e que certamente levou alguns a desistir e a preferir o caminho mais fácil. Jesus aconselha-os a continuar a passar a Sua Mensagem e a praticar o bem como têm feito até à altura.

Esta mensagem apela-nos a que continuemos a acreditar, a fazer o que Ele nos pede, independentemente das adversidades. Devemos ser fortes, resistentes e não nos deixarmos intimidar por aqueles que não acreditam Nele. Assim, devemos respeitar as opiniões dos outros mas nunca ceder e tentar sempre explicar-lhes o nosso ponto de vista. Muitas vezes é assim que começa a nossa missão, pois passar a Mensagem não é só falar acerca Dele e das Suas maravilhas, mas falar com os outros, transmitir alguma paz e abertura de espírito. Quem sabe, se um dia não acreditaram também. Quem sabe se um dia não serão eles, aqueles que irão também espalhar a Mensagem, espalhar a Fé.
Raquel Sousa, AR

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Não ficará pedra sobre pedra

B. Tiago Alberione, presbítero
O mundo infelizmente não é composto apenas por belas coisas, que adoramos contemplar! Ornamentos inúteis e efémeros era ao que Jesus também estaria a referir-se quando dizia que tudo seria destruído! Alertando-nos para que não nos deixemos enganar com falsos sinais de um Reino que não é o anunciado por Ele, porque só Nele reside o verdadeiro Templo! E somos nós as “pedras vivas” dessa casa, onde Jesus habita connosco e nós nele vivemos com esperança de um Reino edificado em fortes alicerces de união, de justiça e paz, de amor entre os povos… Seremos responsáveis na construção desse Reino que Jesus anuncia… 

E estará onde alguém deu espaço a Jesus para habitar em nós ou onde a sua ausência é oportunidade para que ao fazermos o que é justo, Ele passe a estar presente…
                                                                                                              Por Eugénia Costeira, AR

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Deitou tudo o que tinha para viver.

Santa Catarina de Alexandria, virgem e mártir




Esta passagem é marcada pela simplicidade mas também pela honestidade. Uma mulher que do pouco que tinha, com nada ficou. A quantidade do que se dá não é importante, mas a qualidade. Aquela pobre mulher, comparativamente aos ricos, não deu praticamente nada, mas era tudo o que tinha! E quem dá tudo o que tem, é de alguém com muito coração e que está disposto a cumprir a Sua vontade. Desta forma devemos ser honesto, dar o que temos, dar o nosso amor, a nossa disponibilidade. Devemos passar a nossa fé aos outros! 
Por Raquel Sousa, AR

domingo, 24 de novembro de 2013

Na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

in almadadigital.pt
Cristo é Rei!
No Evangelho deste Domingo revivemos por momentos um momento da Paixão de Cristo na Cruz. Na verdade um paradoxo, quando celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo, para lermos neste mesmo um episódio da Paixão.
Mas na verdade assim é à nossa visão de humanos. O Reino de Jesus não é um reino comparável aos reinos terrestres. É um reino de justiça, paz, amor e alegria. Este é o reino de Jesus e não há outro.
Reinar, governar é servir, é dar a vida por muitos. Nos tempos actuais em que falamos da ética e da moral nos órgãos de poder, Jesus nos dá a mensagem.
Deter o Poder nas mãos significa indubitavelmente dar a vida a outros que a não têm. Deter o Poder nas mãos, não significa viver para si em detrimento do sofrimento dos outros.
Deixar que Jesus reine, é no fundo abrir as portas do nosso coração à Sua Palavra, ao Seu Amor. Recordo as palavras de João Paulo II:  Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas económicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que é que está dentro do homem". Somente Ele o sabe! 
Num momento em que ansiamos por boas políticas económicas, políticas sociais, este é o desafio que neste Domingo vos deixo. Deixar que Jesus Cristo posso falar também ao coração de todos os homens e mulheres de boa vontade, sobretudo aos que detém o poder temporal. 
Numa sociedade aos gritos, é necessário também o "grito" do Nosso Rei e Senhor, Jesus Cristo ao coração do Homem.
Hoje tem lugar também o encerramento do Ano da Fé declarado o ano passado pelo então Papa bento XVI. Que este Ano da Fé tenha produzido os seus frutos em deixarmo-nos abrir a este património que Cristo nos deixou - o Amor entre homens e mulheres que constituem a humanidade. Que este Ano da Fé nos próximos tempos possa traduzir-se em actos de amor pela tolerância, pelo respeito, pelo silenciar das armas em vários pontos do Globo e que o Reino da Justiça, da Paz, do Amor e da Alegria de Jesus Cristo possa reinar em cada coração de cada homem e mulher. 
Por José Miguel M. Serrão, AR