terça-feira, 30 de setembro de 2014

Tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém

Estaria agora deitado e tranquilo, dormiria o sono da morte e teria descanso, como os reis e os grandes da terra, que edificaram os seus túmulos sumptuosos, ou como os poderosos, que possuem ouro e enchem de prata os seus mausoléus. Ou porque não fui eu como o aborto escondido, que já não existiria, como as crianças que chegaram a ver a luz? Ali acaba a agitação dos maus, aí repousam os homens extenuados. Porque se dá luz ao infeliz e vida aos corações amargurados, que suspiram pela morte que tarda em chegar e a procuram mais avidamente que um tesouro? Ficariam contentes diante de um túmulo, exultariam à vista de um sepulcro. Porque se dá vida ao homem que não vê o seu caminho e que Deus cerca por todos os lados?

Do Livro de Job
FOTO: viajao.com

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.

Travou-se um combate no céu: Miguel e os seus anjos lutaram contra o Dragão. O Dragão e os seus anjos lutaram também, mas foram derrotados e perderam o seu lugar no Céu para sempre. Foi expulso o enorme Dragão, a antiga serpente, aquele que chamam Diabo e Satanás, que seduz o Universo inteiro; foi precipitado sobre a Terra e os seus anjos foram precipitados com ele.

Do Apocalipse
FOTO: saomiguelarcanjo.net

domingo, 28 de setembro de 2014

sábado, 27 de setembro de 2014

Vaidades das vaidades, tudo é vaidade

E enquanto a amendoeira floresce, o gafanhoto se torna pesado e a alcaparra deixa cair os seus frutos, o homem encaminha-se para a sua morada eterna e os carpidores percorrem as ruas. Lembra-te do teu Criador, antes que se rompa o fio de prata e se quebre a lâmpada de ouro, que a bilha se parta junto à fonte e a roldana rebente no poço, que o pó regresse à terra de onde veio e o espírito volte para Deus que o criou. Vaidades das vaidades - diz Coelet - tudo é vaidade.

Do Livro de Coelet
FOTO: corpodepoema.blogspot.com

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

És o Messias de Deus. O Filho do Homem tem de sofrer muito

A verdade deve ser toda revelada, e uma instituição como esta tem aspectos fortes e algumas fragilidades. A própria Igreja, se há algo que a caracteriza, é que é santa e pecadora. a dimensão da grandeza e a da fragilidade existem em conjunto, e por isso tudo será estudado. Pretende-se apresentar a Igreja na
sua complexidade e diversidade, e por isso, os temas difíceis serão analisados numa perspectiva serena de compreensão.
Não para criar novas polémicas, mas para compreender e perceber os dados como eles foram. A Igreja só tem a ganhar se defender e apoiar um conhecimento que seja marcado pelo princípio da Verdade, e não esconder o que é mau e só mostrar o que é bom.

De José Eduardo Franco, in entrevista a revista FAMÍLIA CRISTÃ
FOTO: ultimodosprofetas.blogspot.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mas quem é este homem, de quem oiço tais coisas?

A sucessão dos dias, das semanas, dos meses e dos anos pode representar uma certa monotonia na vida do homem, porque, como diz Coelet, "o que foi será outra vez e o que se deu voltará a acontecer." É esta falta de novidade na vida do homem que leva à insatisfação e à procura de alguma coisa sempre nova e diferente. Contudo, a procura das coisas terrenas mostrar-se-á insuficiente, porque "nada há de novo debaixo do Sol". O único capaz de fazer todas as coisas novas é o próprio Deus, como no-lo demonstra o Evangelho: Jesus fazia algo de distinto, o que suscitava a curiosidade de Herodes. O impacto da sucessão
fatídica do tempo, nas nossas vidas, terminará quando aceitarmos a novidade que é Cristo, Ele que estando morto voltou à vida e agora vive para sempre.

De José Ferreira, in revista LITÚRGIA DIÁRIA
FOTO: overmundo.com.br

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Uma mensagem

O mundo começou a viver um tempo novo.
Os EUA iniciaram os bombardeamentos aéreos ao ISIS como tinham prometido e há quem defenda os ataques terrestres. Se o mundo não começou algo em concreto deixa antever algo de muito importante na vida da humanidade.
O mundo vive tempos de mudança, que de certeza, esses momentos de tensão terão o seu lugar para dar lugar a uma nova ordem. No entanto, lamenta-se o facto de tudo ter de ser regenerado pelo sangue de muitos inocentes.
Ainda mais se lamenta o facto de não se ter aprendido nada, e rigorosamente nada com o passado. Aliás, também todo um sistema se tem esforçado pelo desaparecimento da História e da Memória. Como se um ontem não tivesse existido!
Porém, o mundo não vive tempos de tempestade, mas tempos interessantes que é fascinante acompanhar e seria bom escrever sobre estes tempos que são os nossos, para que os nossos filhos possam saber contar o que de facto aconteceu e não se repita os mesmos erros...
a bem da História e da Memória da Humanidade

De joão de patmos
FOTO: esquerda.net