Lo spirito di Dio è spirito di pace, ed anche nelle mancanze più gravi
ci fa sentire un dolore tranquillo, umile, confidente, e ciò dipende
appunto dalla sua misericordia. Lo spirito del demonio, invece, eccita,
esaspera e ci fa provare, nello stesso dolore, quasi l'ira contro noi
stessi, mentre invece la prima carità la dobbiamo appunto usare verso di
noi. Quindi se alcuni pensieri ti agitano, pensa che questa agitazione
non viene mai da Dio, che ti dona la tranquillità, essendo spirito di
pace, ma dal diavolo.
in evangelhoquotidiano.org
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Of Saint Thérèse of the Child Jesus, Carmelite, Doctor of the Church
I had always wondered why
it was that God has his preferences, instead of giving each soul an
equal degree of grace... Jesus has been gracious enough to teach me a
lesson about this mystery, simply by holding up to my eyes the book of
nature. I realised, then, that all the flowers he has made are
beautiful; the rose in its glory, the lily in its whiteness, don't rob
the tiny violet of its sweet smell, or the daisy of' its charming
simplicity. I saw that if all these lesser blooms wanted to be roses
instead, nature would lose the gaiety of her spring tide dress-there
would be no little flowers to, make a pattern over the countryside.
And so it is with the world of souls, which is his garden. He wanted to have great Saints, to be his lilies and roses, but he has made lesser Saints as well; and these lesser ones must be content to rank as daisies and violets, lying at his feet and giving pleasure to his eye like that. Perfection consists simply in doing his will, and being just what he wants us to be.
This, too, was made clear to me: that our Lord's love makes itself seen quite as much in the simplest of souls as in the most highly gifted, as long as there is no resistance offered to his grace. After all, the whole point of love is making yourself small; and if we were all like the great Doctors who have shed lustre on the Church by their brilliant teaching, there wouldn't be much condescension on God's part, would there, about coming into hearts like these? But no, he has created little children, who have no idea what's going on and can only express themselves by helpless crying: he has made the poor savages, with nothing better than the natural law to live by; and he is content to forget his dignity and come into their hearts too - these are the wild flowers that delight him by their simplicity. It is by such condescension that God shows his infinite greatness. The sun's light that plays on the cedar-trees plays on each tiny flower as if it were the only one in existence; and in the same way our Lord takes a special interest in each soul, as if there were no other like it.
in evangelhoquotidiano.org
And so it is with the world of souls, which is his garden. He wanted to have great Saints, to be his lilies and roses, but he has made lesser Saints as well; and these lesser ones must be content to rank as daisies and violets, lying at his feet and giving pleasure to his eye like that. Perfection consists simply in doing his will, and being just what he wants us to be.
This, too, was made clear to me: that our Lord's love makes itself seen quite as much in the simplest of souls as in the most highly gifted, as long as there is no resistance offered to his grace. After all, the whole point of love is making yourself small; and if we were all like the great Doctors who have shed lustre on the Church by their brilliant teaching, there wouldn't be much condescension on God's part, would there, about coming into hearts like these? But no, he has created little children, who have no idea what's going on and can only express themselves by helpless crying: he has made the poor savages, with nothing better than the natural law to live by; and he is content to forget his dignity and come into their hearts too - these are the wild flowers that delight him by their simplicity. It is by such condescension that God shows his infinite greatness. The sun's light that plays on the cedar-trees plays on each tiny flower as if it were the only one in existence; and in the same way our Lord takes a special interest in each soul, as if there were no other like it.
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domingo, 28 de abril de 2013
No V Domingo do Tempo Pascal
O Evangelho de hoje é surpreendente enquanto nos diz que o modo de ser
de Jesus é diferente do modo de ser dos homens: é claro que já o
sabemos, mas não nos acostumamos com isso.
Na história antiga, a vitória dos reis, dos generais, se manifestava na opressão sobre os vencidos. A entrada triunfal dos generais romanos, de Júlio César, por exemplo, e também dos de outros povos era a expressão maior da opressão. À frente de sua pessoa, no desfile, eram levados os troféus, objetos de valor, animais, tudo pilhado no butim. Mais horripilante era que no conjunto desses despojos estavam seres humanos, homens, mulheres, crianças, reis, príncipes, pessoas comuns, todos sendo arrastados como objetos a serem vendidos como escravos. A glória do comandante, a vitória do povo estava alicerçada na desgraça, na infame humilhação, no sangue, na morte de um povo.
Com Jesus é o contrário. Nos versículos 31 e 32 do Evangelho de hoje, nos fala que sua morte é sua glorificação e é na cruz que ele demonstrará seu amor por todos nós. Mais ainda, isso é dito após ele ter lavado os pés dos discípulos, de todos, inclusive de Judas que o irá trair. O Senhor não usa de retaliação para com Judas, ao contrário, lhe oferece mais uma oportunidade de se deixar tocar pelo amor.
Aproveitemos o momento e façamos uma reflexão sobre nosso testemunho de Jesus.
Como procedemos? Qual nossa visão de sucesso, de êxito? A quem parabenizamos? A quem é rico, inteligente, bonito, culto? A quem prontamente nos colocamos à disposição? Somente a quem tem algo a nos dar em troca?
Qual nossa relação para com os pobres, os velhos, os doentes, os aleijados, os marginalizados pela sociedade?
O Senhor termina o Evangelho de hoje dizendo: “Nisso todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
Jesus nos propõe um modo de ser para criar o mundo novo, de amor, de respeito, de serviço.
A segunda leitura, tirada do livro do Apocalipse, que fala de um novo céu e uma nova terra, está falando exatamente dessa nova civilização onde uma nova ordem social é instaurada, a ordem do amor, da fraternidade. Por isso, “a morte não existirá mais”, não haverá mais violência, nem tripudiação do mais forte sobre o mais fraco, mas será a vitória da misericórdia. Então ouviremos: “Eis que faço novas todas as coisas”! Sejamos esses homens e mulheres novos, construtores de uma nova sociedade alicerçada no amor.
in news.va
Na história antiga, a vitória dos reis, dos generais, se manifestava na opressão sobre os vencidos. A entrada triunfal dos generais romanos, de Júlio César, por exemplo, e também dos de outros povos era a expressão maior da opressão. À frente de sua pessoa, no desfile, eram levados os troféus, objetos de valor, animais, tudo pilhado no butim. Mais horripilante era que no conjunto desses despojos estavam seres humanos, homens, mulheres, crianças, reis, príncipes, pessoas comuns, todos sendo arrastados como objetos a serem vendidos como escravos. A glória do comandante, a vitória do povo estava alicerçada na desgraça, na infame humilhação, no sangue, na morte de um povo.
Com Jesus é o contrário. Nos versículos 31 e 32 do Evangelho de hoje, nos fala que sua morte é sua glorificação e é na cruz que ele demonstrará seu amor por todos nós. Mais ainda, isso é dito após ele ter lavado os pés dos discípulos, de todos, inclusive de Judas que o irá trair. O Senhor não usa de retaliação para com Judas, ao contrário, lhe oferece mais uma oportunidade de se deixar tocar pelo amor.
Aproveitemos o momento e façamos uma reflexão sobre nosso testemunho de Jesus.
Como procedemos? Qual nossa visão de sucesso, de êxito? A quem parabenizamos? A quem é rico, inteligente, bonito, culto? A quem prontamente nos colocamos à disposição? Somente a quem tem algo a nos dar em troca?
Qual nossa relação para com os pobres, os velhos, os doentes, os aleijados, os marginalizados pela sociedade?
O Senhor termina o Evangelho de hoje dizendo: “Nisso todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
Jesus nos propõe um modo de ser para criar o mundo novo, de amor, de respeito, de serviço.
A segunda leitura, tirada do livro do Apocalipse, que fala de um novo céu e uma nova terra, está falando exatamente dessa nova civilização onde uma nova ordem social é instaurada, a ordem do amor, da fraternidade. Por isso, “a morte não existirá mais”, não haverá mais violência, nem tripudiação do mais forte sobre o mais fraco, mas será a vitória da misericórdia. Então ouviremos: “Eis que faço novas todas as coisas”! Sejamos esses homens e mulheres novos, construtores de uma nova sociedade alicerçada no amor.
in news.va
sábado, 27 de abril de 2013
De San Ireneo de Lyon, obispo
“Bienaventurados los limpios de corazón, porque ellos verán a Dios” (Mt
5,8). El hombre por si sólo, no verá a Dios, pero Dios será visto por
los hombres si Dios lo quiere, por quien él quiere, cuando él quiere,
porque Dios lo puede todo. Antiguamente fue visto, gracias al Espíritu
según la profecía, después fue visto, gracias al Hijo, según la
adopción, y será visto en el reino de los cielos según la paternidad.
Porque el Espíritu prepara al hombre previamente para el Hijo de Dios,
el Hijo lo conduce al Padre, y el Padre le da la incorruptibilidad y la
vida eterna que consisten para cada uno en ver a Dios.
Ya que los que ven la luz están en la luz y participan de su resplandor, así los que ven a Dios están en Dios y participan de su esplendor. Porque el esplendor de Dios da la vida. Por tanto, los que ven a Dios participan en su vida.
in evangelhoquotudiano.org
Ya que los que ven la luz están en la luz y participan de su resplandor, así los que ven a Dios están en Dios y participan de su esplendor. Porque el esplendor de Dios da la vida. Por tanto, los que ven a Dios participan en su vida.
in evangelhoquotudiano.org
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Dos Comentários de São Tomás de Aquino, teólogo dominicano
Cristo é ao mesmo tempo o caminho e o termo. É o caminho segundo a Sua
humanidade; é o termo segundo a Sua divindade. Neste sentido, enquanto
homem, diz: «Eu sou o caminho»; enquanto Deus, acrescenta: «a verdade e a
vida». Estas duas palavras indicam com toda a propriedade o termo deste
caminho. Na verdade, o termo deste caminho é a aspiração do desejo
humano. [...] Ele é o caminho para chegar ao conhecimento da verdade, ou
melhor, Ele próprio é a verdade: «Ensinai-me, Senhor, o Vosso caminho,
para que eu siga a Vossa verdade» (Sl 85, 11). Ele é também o caminho
para chegar à vida, ou melhor, Ele próprio é a vida: «Dar-me-eis a
conhecer os caminhos da vida» (Sl 15, 11). [...]
Se, portanto, procuras por onde passar, segue a Cristo, porque Ele é o caminho. «Este é o caminho; andai por ele» (Is 30, 21). E Santo Agostinho diz: «Caminha através do homem e chegarás a Deus. É melhor andar pelo caminho, mesmo a coxear, que andar rapidamente, mas fora do caminho. Porque aquele que vai coxeando pelo caminho, ainda que avance pouco, aproxima-se do termo; mas aquele que anda fora do caminho, quanto mais corre, tanto mais se afasta do termo.»
Se perguntas para onde hás-de ir, procura a Cristo, porque Ele é a verdade, à qual desejamos chegar. «A minha boca proclama a verdade» (Pr 8, 7). Se procuras onde permanecer, une-te a Cristo, porque Ele é a vida: «Quem me encontrar, encontrará a vida» (Pr 8, 35).
Se, portanto, procuras por onde passar, segue a Cristo, porque Ele é o caminho. «Este é o caminho; andai por ele» (Is 30, 21). E Santo Agostinho diz: «Caminha através do homem e chegarás a Deus. É melhor andar pelo caminho, mesmo a coxear, que andar rapidamente, mas fora do caminho. Porque aquele que vai coxeando pelo caminho, ainda que avance pouco, aproxima-se do termo; mas aquele que anda fora do caminho, quanto mais corre, tanto mais se afasta do termo.»
Se perguntas para onde hás-de ir, procura a Cristo, porque Ele é a verdade, à qual desejamos chegar. «A minha boca proclama a verdade» (Pr 8, 7). Se procuras onde permanecer, une-te a Cristo, porque Ele é a vida: «Quem me encontrar, encontrará a vida» (Pr 8, 35).
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
Of Saint Bruno of Segni, bishop
The Lord said to the Eleven: “These signs will accompany those who
believe: in my name they will drive out demons, they will speak new
languages. They will pick up serpents in their hands, and if they drink
any deadly thing, it will not harm them. They will lay hands on the sick
and they will recover”. In the primitive Church all the signs the Lord
lists here were fulfilled to the letter, not only by the apostles but
many other of the saints. The Gentiles would not have abandoned the
worship of idols if the gospel preaching had not been confirmed with so
many signs and wonders. Indeed, did not the disciples preach “a
crucified Christ, a stumbling block to Jews and foolishness to
Gentiles,” according to Saint Paul's saying? (1Cor 1,23)...
As for us, from now on signs and wonders are no longer needed: it is enough for us to read or hear an account of those that have happened. For we believe in the Gospel, we believe in the Scriptures that relate them. And yet signs still take place daily and, if we would mark them well, we would acknowledge that they have far more worth than the concrete miracles of former times.
Every day priests administer baptism and call to conversion: isn't this to cast out demons? Every day they speak a new language when they explain holy Scripture by replacing the old letter with the newness of its spiritual sense. They put serpents to flight when they free sinners' hearts from their attachment to evil with gentle exhortation... They heal the sick when they reconcile weak souls to God with their prayers. Such are the signs the Lord had promised his saints; it is these they accomplish even today.
As for us, from now on signs and wonders are no longer needed: it is enough for us to read or hear an account of those that have happened. For we believe in the Gospel, we believe in the Scriptures that relate them. And yet signs still take place daily and, if we would mark them well, we would acknowledge that they have far more worth than the concrete miracles of former times.
Every day priests administer baptism and call to conversion: isn't this to cast out demons? Every day they speak a new language when they explain holy Scripture by replacing the old letter with the newness of its spiritual sense. They put serpents to flight when they free sinners' hearts from their attachment to evil with gentle exhortation... They heal the sick when they reconcile weak souls to God with their prayers. Such are the signs the Lord had promised his saints; it is these they accomplish even today.
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
De Simeón, el Nuevo Teólogo, monje griego
“Dios es luz.” (1Jn 1,5)
una luz infinita e incomprensible. El Padre es luz, el Hijo es luz, el
Espíritu es luz. Los tres son luz única, simple, sin compuesto, más allá
del tiempo, en una eterna identidad de dignidad y de gloria. Luego,
todo lo que viene de Dios es luz y se reparte sobre nosotros como venido
de la luz: luz es la vida, luz es la inmortalidad, luz la fuente de la
vida, luz el agua viva, la caridad, la paz, la verdad, la puerta del
reino de los cielos. Luz el reino mismo de los cielos; luz el alcoba
nupcial, el lecho nupcial, el paraíso, las delicias del paraíso, la
tierra de las dulzuras, la corona de la vida, luz los vestidos de los
santos. Luz de Cristo Jesús, el salvador y el rey del universo, luz el
pan de su carne inmaculada, luz el cáliz de su sangre preciosa, luz su
resurrección, luz su rostro, luz su mano, su dedo, su boca, luz sus
ojos. Luz el Señor, su voz, como luz de luz. Luz es el Consolador, la
perla, el grano de mostaza, la viña auténtica, la levadura, la
esperanza, la fe: todo es luz.
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